Formado pela Universidade Lusíada de Lisboa, com Mestrado em Arquitectura e Urbanismo pela Université Libre de Bruxelles (La Cambre), Tiago R. Correia trouxe do percurso entre Lisboa e Bruxelas uma forma de projectar que alia o rigor técnico das escolas do norte da Europa à luz e à matéria da arquitectura portuguesa.
A sua formação como arquitecto tem raiz no atelier OTO Arquitectos: foi o estágio e a colaboração aí desenvolvidos que lhe deram as bases do ofício. A esse alicerce somou a colaboração em projectos de design internacional — entre eles com a Focus Creations e com o designer francês Dominique Imbert — e um período determinante na gestão da Pedra e Decoração, entre Portugal e o Brasil, que lhe trouxe a experiência da vertente empresarial e um conhecimento próximo da matéria.
Em 2014 estabeleceu prática própria em Lisboa, inscrita na Ordem dos Arquitectos (OA 23599); desde então, o atelier assinou 69 projectos, mais de metade em reabilitação — a sua prática de eleição.
Pratica uma arquitectura essencial, desenhada a partir da luz e da matéria, atenta à escala e à forma como os espaços são vividos, em que o valor de um espaço não se mede pelo que custou. Foi essa abordagem que levou o Bombarda 54, em Lisboa, às páginas do Jornal de Negócios e do ECO.
Cada projecto começa a ouvir. Antes do primeiro desenho, procuramos perceber como se vive, o que se pretende e o que o terreno ou o edifício realmente permitem. É essa leitura inicial que evita os dois erros mais caros da construção — projectar o que não se pode licenciar e licenciar o que não se quer viver.
Desenhamos com o lugar, não contra ele: a orientação solar, a topografia e as regras de cada município entram no projecto desde o primeiro traço. O resultado são processos que se aprovam com menos atritos e obras com menos imprevistos no orçamento.
Projectar o que se pode construir — e construir o que vale a pena viver.
Em cada momento sabe em que fase está, o que foi decidido e o que falta. Sem zonas cinzentas.
Ouvimos o que procura e analisamos o que o terreno ou o imóvel permitem — sem compromisso.
Transformamos as ideias em desenhos e números: áreas, volumes e uma estimativa realista de custos.
Desenvolvemos o projecto completo em BIM, com as especialidades integradas no mesmo modelo tridimensional.
Tratamos de todo o processo na câmara municipal, das peças desenhadas às respostas aos pareceres.
Acompanhamos a execução até à entrega: assistência técnica, coordenação e controlo de qualidade.
Todos os serviços do atelier — do projecto de arquitectura à reabilitação, do licenciamento à visualização 3D — são desenvolvidos em BIM (Building Information Modeling): um modelo tridimensional rigoroso que reúne arquitectura, engenharias e quantidades num único lugar, antes de a obra começar.
Os cruzamentos entre estrutura, especialidades e arquitectura são detectados e resolvidos no modelo — não no estaleiro, onde cada correcção tem custo e prazo.
As medições e as estimativas saem directamente do modelo. O orçamento acompanha o projecto desde o primeiro estudo, sem surpresas no final.
O cliente vê o edifício antes de ele existir. Cada decisão — materiais, áreas, desempenho energético — é tomada sobre dados concretos.
Do estudo prévio à entrega da obra, fala sempre com quem desenhou o projecto — arquitectura, engenharias e licenciamento sob a mesma coordenação.
O modelo BIM elimina as incompatibilidades antes de a obra começar. O resultado mede-se em prazos cumpridos e orçamentos respeitados.
69 projectos em 16 municípios. Conhecemos os regulamentos e a prática de cada câmara municipal — e isso encurta licenciamentos.
Uma primeira conversa, sem compromisso, esclarece o essencial. Conte-nos o que procura.