Em Portugal situam-se, na maioria dos casos, entre 3% e 12% do custo estimado da obra — e o valor exacto depende da complexidade, da dimensão e das fases contratadas.
Desde a liberalização, não há tabelas obrigatórias: a percentagem é acordada caso a caso. Os honorários acompanham a dimensão real do que se projecta.
A ordem das contas: os honorários definem-se a partir do custo da obra — e é precisamente o trabalho do arquitecto que mantém esse custo dentro do orçamento.
O método mais comum e transparente — os honorários acompanham a dimensão real do que se projecta.
Fechado à partida com base no programa. Previsibilidade total em projectos bem definidos.
Para consultoria, pareceres e pequenas intervenções — tipicamente 50 € a 150 €/hora.
Um contrato completo cobre o programa base, o estudo prévio, o licenciamento (com a instrução do processo na câmara), o projecto de execução e a assistência técnica à obra.
Confirme sempre à parte: especialidades (estabilidade, redes, térmica, acústica), levantamento topográfico, estudo geotécnico e fiscalização — a comparação de propostas só é honesta quando compara o mesmo âmbito.
Faseiam-se com o trabalho: entrada na adjudicação e parcelas por fase concluída.
Foram abolidas por imposição da lei da concorrência: cada atelier define livremente os seus valores. A transparência faz-se hoje no contrato — âmbito, fases, entregáveis e critério de cálculo por escrito.
Pode, mas raramente compensa: o projecto de execução é o que protege o orçamento da obra e a assistência técnica é o que garante que o que se desenhou é o que se constrói.
Não — faseiam-se com o trabalho: tipicamente uma entrada com a adjudicação e parcelas por fase concluída (estudo prévio, licenciamento, execução, obra).
Em intervenções de menor dimensão é comum o valor fixo ou a hora, porque a percentagem de uma obra pequena não remunera as horas técnicas reais.
Envie-nos o terreno e o programa. Devolvemos uma estimativa de honorários, prazos e âmbito — sem compromisso.